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Esboçar uma reflexão sobre os conceitos de cultura exige um “refletere” – isto é, voltar na linha do tempo, no início da própria história da humanidade, onde se encontram características do homem que se apresenta como um ser no mundo. Ser no mundo natural diante do artificial é o se chama cultura ou, ainda, uma segunda natureza. As diferenças entre esses mundos da pessoa humana universal fazem fronteiras com o estado individual e coletivo que correspondem à construção da própria vida humana em busca de desenvolvimento. Os extremos dessa dualidade cultural – natural e artificial – interpõem a separação ou, muitas vezes, cria a harmonia diante do problema da civilização da humanidade com soluções e realizações desenvolvimentistas. Essas buscas dos homens pelas realizações fundamentam o víeis das faces da cultura como forma de desenvolvimento: na construção do próprio mundo artificial.
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