O presente ensaio teorico buscou analisar os conceitos de “classe social percebida” e “mobilidade social percebida” no contexto da psicologia do envelhecimento. Discute-se a necessidade de compreensao das relacoes entre as auto-descricoes de classe social com aspectos emocionais do envelhecimento, como as suas influencias sobre a ocorrencia de sintomatologia depressiva na velhice. O texto chama atencao para as possiveis diferencas evolutivas nas auto-descricoes de classe e na percepcao de mobilidade social no curso da vida e traz reflexoes sobre aspectos metodologicos na investigacao dessa tematica.
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