Este artigo apresenta as perspectivas teórico-metodológicas da avaliação em saúde considerando o contexto político-decisório de uma possível estruturação governamental por programas e uma gestão por resultados no próximo qüinqüênio. As principais questões discutidas se organizam em três eixos: 1) a necessidade de um modelo teórico orientando o processo de avaliação; 2) a exigência de pluralidade metodológica dada à contextualização das ações programáticas a complexidade das medidas de resultados; e 3) a obrigatoriedade de dispositivos institucionais que regulamentem os estudos de avaliação garantindo a qualidade e utilidade do produto final. Ao final do texto se focaliza a importância de se fomentar uma pesquisa avaliativa voltada para a construção de evidências científicas em saúde pública e suas implicações para a formação de avaliadores.
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