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O presente texto analisa a ideia de que atualmente a Psicologia vive um momento de crise e de banalização de seu conhecimento, que se evidencia por algumas alianças que concretiza e que contribuem para o crescimento de sua importância e de sua e influência no mundo atual. No artigo, retoma-se, brevemente, um pouco da história da constituição da Psicologia como ciência, examinando-se a presença de concepções naturalistas e reducionistas no trabalho prático de psicólogos, de profissionais de áreas afins, entre estudiosos e pesquisadores. Procura-se demonstrar que, passados quase cem anos, a Psicologia como ciência ainda carece de um eixo integrador, como almejava Vigotski. Em decorrência disso, verifica-se que, na atualidade, ela estabelece alianças com as mais diversas ideias que circulam na atualidade, a despeito de, muitas vezes, serem contraditórias entre si e apresentarem frágil lastro teórico e científico. Conclui-se o texto, apresentando o temor de que a psicologia como disciplina científica possa não resistir ao peso de sua banalização.
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