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Um estudante com deficiência em uma biblioteca pode representar um desafio, mas também uma oportunidade de aprendizado para todos. Com estatísticas que apontam o crescimento de matrículas de pessoas com deficiência no ensino superior, torna-se urgente (re)pensar os atendimentos que ele encontra na universidade. Nessa direção, objetivou-se: conhecer, sob a ótica dos participantes (equipe da biblioteca), como o usuário com deficiência é atendido; identificar como os recursos de Tecnologia Assistiva (TA) são utilizados; avaliar como um curso de formação contribuiu para um cenário favorável ao usuário com deficiência. Para isso, um curso de formação profissional foi realizado em ambiente virtual, e oferecido a equipes de bibliotecas de uma universidade do Estado de São Paulo. Utilizou-se formulários de autoavaliação, exibição de vídeo instrucional e encontros dialogados. Os dados coletados foram analisados sob duas vertentes: uma quantitativa e outra qualitativa. Como resultados, constatou-se dificuldades no atendimento devido à falta de conhecimento das necessidades reais dos usuários com deficiências, além da necessidade de otimização dos recursos e equipamentos de TA nas bibliotecas. Foi concluído que não basta apenas ter o recurso ou os equipamentos de TA, é sim indispensável considerar a relação bibliotecário-usuário com deficiência, no contexto das bibliotecas.
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