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Este artigo presenta uma análise de erros nas interlínguas de aprendizes de FLE de nível B1.2 (QECR) de curso on-line em 2020. Através da identificação, classificação e descrição de erros (CORDER, 1973; DURÃO, 2004, 2007; JAMES, 2013, GIMENEZ, 2017) em três produções textuais assíncronas de cinco participantes e da coleta de dados por meio de questionário, os critérios linguístico (CORDER, 1981) e etiológico (SELINKER, 1972; RICHARDS, 1973) permitiram analisar 182 erros. A língua inglesa confirmou-se como L2 das participantes, de repertórios plurilinguísticos; observando-se o fator de recenticidade de uso (HAMMARBERG, 2001) e a variação de recurso a lexemas e estruturas sintáticas da L2 em função dos sujeitos (NEMSER, 1971; AL-SOBHI, 2019). Interferências de L2 por substituição ou empréstimos foram identificadas, além de transferências positivas e criativas. O uso contrastivo da L2 inglesa pode facilitar da aprendizagem e o aprofundamento da consciência linguística dos sujeitos aprendizes de FLE.
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