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Este trabalho apresenta uma revisão de literatura sobre a inserção da Geração Z no mercado de trabalho, com foco em suas características, valores, expectativas profissionais e nos desafios enfrentados pelas organizações para atrair, engajar e reter esse público. A análise compreendeu estudos publicados entre 2017 e 2025, selecionados a partir de bases acadêmicas, seguindo critérios de inclusão relacionados ao tema proposto e profundidade teórica. A Geração Z, reconhecida como a primeira geração integralmente digital, apresenta forte familiaridade tecnológica, preferência por comunicação ágil, autonomia, participação ativa nas decisões e busca por propósito profissional. Os estudos revisados convergem ao apontar que esses jovens valorizam ambientes colaborativos, diversidade, inovação contínua, oportunidades de crescimento acelerado, feedbacks frequentes e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, elementos que influenciam seus níveis de engajamento e satisfação no trabalho. Os estudos utilizados também evidenciam as fragilidades relacionadas ao imediatismo, menor tolerância a hierarquias rígidas, dificuldade de adaptação a estruturas tradicionais e tendência a vínculos profissionais mais curtos. Fatores como liderança autoritária, falta de clareza na comunicação e ausência de oportunidades de desenvolvimento ajudam a probabilidade de rotatividade constante. Porém, as práticas de liderança transformacional, comunicação transparente, programas de capacitação contínua, participação em decisões, flexibilidade e reconhecimento têm se mostrado eficazes para facilitar a adaptação dessa geração e promover sua permanência nas organizações. A presente revisão destaca ainda desafios entre gerações, especialmente no convívio com modelos gerenciais tradicionais, reforçando a necessidade de estratégias organizacionais alinhadas às expectativas dessa geração e da força de trabalho.
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